Varig

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VARIG - VRG Linhas Aéreas S.A.
IATA
RG
ICAO
VRN
Call sign
VARIG
Fundada em 7 de de 1927 ({{#expr:(2013)-( 1927 )-((06)<( 5 )or(06)=(5 )and(19)<( 7 ))}} anos) em Porto Alegre
14 de de 2006 ({{#expr:(2013)-( 2006 )-((06)<( 12 )or(06)=(12 )and(19)<( 14 ))}} anos), no Rio de Janeiro (Nova VARIG)
Encerrou atividades em {{{fim das atividades}}}
Principais centros
de operações
Aeroporto de Congonhas
Aeroporto Internacional de Guarulhos - São Paulo
Aeroporto Internacional Salgado Filho
Aeroporto Internacional de Confins
Outros centros
de operações
Aeroporto Internacional de Brasília
Aeroporto Internacional do Recife
Aeroporto Internacional do Galeão
Programa de milhagem Smiles
Serviço VIP Comfort
Aliança comercial nenhuma
Frota 24 aeronaves
Destinos 6 localidades
Companhia
administradora
GLAI
Sede Rio Grande do Sul
Pessoas importantes Presidente: Constantino de Oliveira Junior
Diretor Marketing: Tarcísio Gargioni
Sítio oficial www.varig.com

A VARIG (Viação Aérea Rio Grandense S.A ) é uma companhia aérea brasileira fundada no dia 7 de maio de 1927, em Porto Alegre (Rio Grande do Sul). Sua parte estrutural e financeiramente boa, foi comprada primeiramente pela Varig Log, tornando-se a VRG Linhas Aéreas S.A., e em seguida pela Gol Transportes Aéreos.

Índice

[editar] História

A VARIG nasceu em 7 de maio de 1927, em Porto Alegre, pelo imigrante alemão Otto Ernst Meyer. É a companhia aérea mais antiga do Brasil, e é uma das mais antigas do mundo.

Na década de 1960, comprou a Real Aerovias e a Cruzeiro do Sul e herdou aeronaves e as rotas da Panair do Brasil para a Europa, e passou a ser a maior do Brasil e da América Latina.

Na década de 1980, criou a Rio Sul, e na década de 1990, comprou a Nordeste e entrou para a Star Alliance. Esta época marcou também o inicio da crise financeira que culminou em sua venda para a Gol Transportes Aéreos, em março de 2007.

Sua primeira aeronave foi uma hidroavião Dornier Do J Wal, apelidado de Atlântico, de nove passageiros, considerado um dos mais modernos de sua época, que fez seu vôo de estréia de Porto Alegre a Rio Grande, no mesmo estado.

No início operava hidroaviões (além do Dornier Do J, conta com o Dornier Do-B Merkur) a partir da Ilha Grande dos Marinheiros, no Rio Guaíba, operando principalmente na região sul e sudeste do Brasil.

Em 1932 comprou seu primeiro avião com trem de pouso, um Junkers A-50 Junior e depois o Junkers F.13, iniciando suas operações em Porto Alegre, no terreno que daria origem ao Aeroporto Internacional Salgado Filho.

De Havilland Dragon Rapide da Varig, exposto no MUSAL
De Havilland Dragon Rapide da Varig, exposto no MUSAL

Seu primeiro colaborador, Rubem Berta, tornou-se o presidente da empresa e guiou a Varig para tempos de grande expansão, quando ela absorveu o Consórcio Real-Aerovias e herdou as linhas européias da Panair do Brasil, então a maior companhia aérea do país, fechada por decreto do governo militar. Ele deixou seu cargo apenas quando faleceu, em 1966.

Sua primeira rota internacional foi para Montevidéu, iniciada em 5 de agosto de 1942. O primeiro vôo regular para os Estados Unidos foi em 1955, tendo Nova Iorque como destino, nas asas do Super G Constellation, encomendado especialmente para esta rota.

Em 1959, o Constellation foi substituído pelo primeiro jato da frota, o Sud Aviation Caravelle. No ano seguinte, entrou em operação na VARIG o primeiro Boeing 707 (prefixo PP-VJA).

Em 1961, com a incorporação do Consórcio Real Aerovias, a VARIG ganhou novas rotas e novas aeronaves, como o Convair 990 Coronado. Em 1962, chegou o primeiro dos 14 Lockheed L-188 Electra, que se tornaram famosos na Ponte Aérea Rio-São Paulo.

O primeiro Lockheed L-188A Electra II operado pela VARIG, de prefixo PP-VJM, encontra-se hoje no Museu Aeroespacial do Campo dos Afonsos no Rio de Janeiro.

Os vôos para a Europa começaram em fevereiro de 1965 quando o governo militar resolveu desativar a Panair do Brasil. Em 1968, a Varig inaugurou sua linha para o Japão. Em 1974 a VARIG recebeu o primeiro dos 12 Douglas DC-10-30 que operou (prefixo PP-VMA) e o primeiro Boeing 737-200.

Em junho de 1975 assumiu o controle acionário da Cruzeiro do Sul, que foi completamente integrada a VARIG em janeiro de 1993. Na década de 80 criou a Rio Sul.

O primeiro Boeing 747 foi incorporado à frota em Fevereiro de 1981 (prefixo PP-VNA) na gestão do Presidente Hélio Smidt, o primeiro Boeing 767, modelo -200 (prefixo PP-VNL) em 1986, inicialmente entregues à empresa aérea norueguesa Braathens (posteriormente em 1987 receberia os seus próprios 767 na versão -200ER e novos de fábrica) e os dois primeiros McDonnell Douglas MD-11 em 1991 (PP-VOP e PP-VOQ), seguido pelo primeiro Boeing 747-400 (prefixo PP-VPI), no mesmo ano. Os únicos aviões da fabricante européia Airbus operados pela VARIG foram 2 Airbus A300 (PP-VND e PP-VNE), tendo a subsidiária Cruzeiro do Sul operado com outras duas aeronaves idênticas (PP-CLA e PP-CLB).

Na década de 90, comprou a Nordeste Linhas Aéreas. Em 1996 mudou a identidade visual. Em 1997 a VARIG entrou para a Star Alliance, a maior aliança de empresas aéreas do mundo.

A década de 90 marcou também o inicio da crise financeira que fez com que a empresa deixasse de voar para vários destinos no exterior e no Brasil e devolvesse mais de cinquenta aeronaves.

Nos anos 2000, criou a VARIG LOG, recebeu, no final de 2001, o primeiro Boeing 777 (prefixo PP-VRA, batizado como Otto Meyer). Fundiu as operações com as suas subsidiárias Rio Sul e Nordeste.

Vendeu a VARIG LOG e a VEM (VARIG Engenharia e Manutenção).

Em 2006 foi vendida para a VOLO e em 2007 para a Gol Transportes Aéreos.

[editar] Crise e recuperação

 Boeing 777 com logomarca comemorativa aos 75 anos da empresa

Há mais de quinze anos a empresa apresenta balanços financeiros negativos, além de ter mudado de comando mais de cinco vezes nos últimos seis anos.

Com dívidas estimadas em mais de sete bilhões de reais, as dificuldades enfrentadas pela empresa são, supostamente, reflexo do congelamento das tarifas aéreas nas décadas de 80 e 90, complementadas por uma administração muito ineficiente.

Em 2003, o governo tentou promover uma fusão entre a Varig e a TAM, parte de um projeto para reduzir os custos operacionais de um setor que ainda sofria as conseqüências dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, mas que não resultou exitosa.

Em 22 de junho de 2005 a justiça brasileira deferiu o pedido de recuperação judicial protocolado em 17 de junho do mesmo ano pela Varig.

Com essa decisão, a empresa teve seus bens protegidos de ações judiciais por 180 dias, mas dispôs de um prazo de sessenta dias para apresentar um plano de viabilidade e de recuperação a seus credores. As dívidas da Varig, inscritas no balanço de 2004, chegavam a 5,7 bilhões de reais.

Em novembro de 2005 a TAP Portugal, em conjunção com investidores brasileiros, formalizam a compra das subsidiárias Varig Log e VEM, garantindo o pagamento de credores internacionais.

No mês seguinte, a Fundação Rubem Berta (FRB) fecha um acordo para transferir para a Docas Investimentos 67% das ações ordinárias da FRBPar, proprietárias da Varig. A Justiça do Rio de Janeiro, no entanto, suspende a operação, justificando que a troca de controle teria de passar primeiro pela aprovação dos credores.

A FRB é afastada da gestão da Varig, enquanto os credores rejeitam a oferta da Docas Investimentos e aprovam um plano de reestruturação da companhia.

Por meio do plano de emergência - elaborado com a finalidade de sustentar o fluxo de caixa da empresa até meados de julho/agosto de 2006 - a Varig tenta conseguir mais prazo com os credores para quitar suas dívidas.

Em abril de 2006 a Varig Log oferece 350 milhões de dólares pela empresa, mas a proposta é recusada pelos credores. Uma nova oferta de 400 milhões é feita mas, sem uma definição da empresa, retirada no mês seguinte.

No dia 9 de maio uma nova assembléia dos credores define os termos de leilão da Varig, que poderá ser vendida integralmente (a Varig Operações, que cuida dos vôos nacionais e internacionais) ou separada (a Varig Regional, que cuida das operações domésticas). Os preços mínimos são, respectivamente, US$ 860 milhões e US$ 700 milhões.

Após outra proposta de compra feita pela Varig Log, uma nova assembléia foi realizada em 17 de junho de 2006. Os credores da classe 1 da empresa, formada pelos trabalhadores, aprovaram a oferta. Mas os da classe 2, que conjuga fundos de pensão e o Banco do Brasil, e da classe 3, reunindo empresas públicas e de leasing, rejeitaram a proposta.

Foram mais de 20 votos contrários só na classe 3, a maior parte deles advindos de empresas estrangeiras. Este resultado inviabilizou a realização de um novo leilão da Varig, e como consequência a justiça pode vir a decretar a falência da empresa.

[editar] A venda

Em 20 de julho de 2006, a empresa foi vendida por 24 milhões de dólares, em leilão, para a VarigLog, que assumiu 245 milhões de reais em bilhetes emitidos e o passivo (milhas acumuladas) de 70 milhões reais do Smiles.

A VarigLog se comprometeu a emitir debêntures (títulos de dívida) de 100 milhões de reais, que poderiam ser convertidas em 10% de participação na nova empresa para funcionários e credores com garantias, como o Instituto Aerus de Seguridade Social, fundo de pensão dos empregados da empresa. A VarigLog foi a única empresa a participar do leilão. Segundo analistas, o risco de sucessão de dívidas foi o principal fator que afastou o interesse de outras empresas nos leilões da Varig. Um dos deveres do novo dono seria garantir um fluxo de caixa anual de 19,6 milhões de reais usado para pagar os credores da "velha Varig" nos próximos 20 anos.

Em 28 de julho de 2006, começaram as demissões na empresa, totalizando somente neste dia mais de 5000 postos de trabalho cortados, sem o pagamento das verbas rescisórias, que estavam arroladas no plano de recuperação judicial, bem como os 4 meses de salários atrasados e dívidas diversas com os mesmos.

Em 28 de novembro de 2006, a Varig anunciou que ia operar mais sete rotas entre 18 de dezembro e 4 de março. Desta forma a empresa passou a voar para 12 destinos nacionais e quatro internacionais: Belo Horizonte, Florianópolis, Porto Seguro, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Salvador, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Manaus, Caracas, Bogotá, Buenos Aires e Frankfurt.

Em 14 de Dezembro de 2006, a Varig recebeu o Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo (Cheta) da Anac e as demais concessões para funcionamento, iniciando, em definitivo, a Nova Varig.

[editar] Compra pela Gol Transportes Aéreos

Em 9 de abril de 2007 a companhia foi comprada pela Gol Transportes Aéreos, por meio de uma subsidiária da Gol Transportes Aéreos, a GTI S.A. A compra foi feita dessa forma para evitar a transferência das dívidas da Varig para a Gol. Ao contrário do que muitos pensaram, a Varig não irá suprimir uma classe superior, fazendo com que os planos de incorporação de aeronaves à frota sejam executados de maneira simples: as da Varig terão Classe Executiva e as da Gol somente a classe Econômica. Apenas a Primeira Classe foi suprimida, e Constantino Jr. (Presidente da Gol) alegou que isso foi feito pois hoje os passageiros não fazem questão de tanto luxo, como a Primeira Classe da Viação Aérea Rio-Grandense S.A. era. Os passageiros eram servidos com caviar e champanhe, e isso não é feito mais em empresas aéreas de primeiro mundo. Mesmo considerando que, a Varig, nos últimos 20 anos, não era mais mencionada entre as 30 melhores companhias aéreas internacionais nas revistas e nas pesquisas especializadas, mas ainda continuava sendo uma grande marca conhecida no mundo, fato este que o influenciou a compra da empresa.

[editar] Pós venda

Tecnicamente a GOL e a VRG se fundiram e começaram a operar os mesmos aviões, balcões de atendimento, check-in e o Smiles passará a valer tambem para a GOL. A GOL assumirá todos os vôos nacionais e para a Argentina e a VRG fará os vôos para Santiago, Caracas e Bogotá. É provável que a Gol opere também estas rotas em breve, tirando a marca VARIG definitivamente de cena, encerrando assim oito décadas da história da aviação mundial e brasileira.

[editar] Curiosidades

  • A Varig conquistou o título de melhor pintura áerea do mundo. Consistia em duas cores: o azul e o branco, junto com sua famosa estrela (rosa-dos-ventos) no estabilizador vertical. Atualmente a Varig utiliza as cores branco e azul, e sua famosa rosa-dos-ventos que agora é laranja por carregar o espírito da Gol e cortada ao meio no estabilizador vertical.
  • A Varig foi a transportadora oficial da turnê de Joss Stone, no Brasil, levando a cantora e os integrantes da banda para as localidades dos shows.
  • A Varig foi a primeira companhia aérea do Brasil. Depois da pioneira, surgiram a Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul S.A, a VASP, a Panair do Brasil, entre outras.
  • A Varig já voou para locais como: Bangcoc, Hong Kong, Johanesburgo e Tóquio, entre outros.
  • Os primeiros pilotos da Varig eram todos alemães.
  • A Varig, como empresa para-estatal, transportou inúmeras celebridades em toda a sua história, entre elas o Papa João Paulo II, jogadores da Seleção Brasileira de Futebol, presidentes de várias nações, seleções de futebol, artistas, entre outros. Alguns momentos marcantes na história da empresa foram o transporte do corpo do piloto Ayrton Senna da Itália para o Brasil, a chegada da seleção brasileira tetracampeã no espaço aéreo de Brasília em 1994 com o DC-10-30 com pintura comemorativa da seleção escoltado por jatos da Força Aérea Brasileira, seguida do taxiamento da aeronave com o jogador Romário empunhando a bandeira brasileira na janela da cabine de comando.
  • A Varig teve participação ativa na construção da Capital Federal. Inúmeros vôos cargueiros da empresa transportaram milhares de toneladas de material até a então remota região do Planalto Central, materiais esses empregados nas centenas de obras em andamento.
  • Todos os vôos da Varig para o Japão faziam escala em Los Angeles, tornando-a a companhia brasileira mais conhecida entre os passageiros japoneses e norte-americanos.
  • A Varig já transportou todos os presidentes brasileiros desde Getúlio Vargas até Fernando Henrique Cardoso. Durante três décadas, depois de ter tomado as linhas da Panair, voava com quase que exclusividade para destinos internacionais e obtinha todo tipo de privilégios das autoridades aeronáuticas, além de vantagens financeiras em financiamentos de bancos públicos, que davam à ela aura de empresa estatal, apesar de nunca ter sido. A Varig distribuia assentos não ocupados para centenas de funcionários públicos civis e militares. Porém esta preferência foi diminuindo aos poucos e no final de seu segundo mandato, o presidente Cardoso contratou a TAM para suas viagens, pois ele não queria mais viajar de Sucatão. Depois disso, o presidente Lula adquiriu um novo avião para uso da Presidência da República.
  • No passado, durante os anos áureos da empresa, seus escritórios de reservas e atendimento aos passageiros e clientes no exterior eram considerados verdadeiros consulados extra-oficiais do país, pois prestavam os mais variados serviços de apoio e forneciam inúmeras informações ao público brasileiro em viagem. Além da excelência no atendimento, essas lojas também eram famosas pelo seu requinte e localização privilegiada como a de Paris que fica em plena Avenida Champs-Élysées e a de New York que ficava instalada no Rockefeller Center. Muitas vezes serviam de ponto de encontro para grupos de turistas que se dividiam em diferentes roteiros pelas cidades visitadas.
  • O serviço de bordo da Varig sempre primou pelo requinte, seguindo um padrão de excelência idealizado por Helio Smidt. Na Primeira Classe, era servido caviar. Tratava-se de uma extravagância de apelo publicitário questionável, já abandonada pela imensa maioria da companhias aéreas devido ao altíssimo preço do produto. Após o colapso da Varig, descobriu-se que a iguaria abastecia os vôos da empresa e algumas das festas mais badaladas do Rio de Janeiro. Em uma entrevista ao Jornal do Brasil, o promoter Bruno Chateaubriand declarou que só fazia festas com "o caviar da Varig". Segundo Chateaubriand, as latinhas chegavam às suas mãos por 90 reais, um quinto do valor de mercado. Não há notícia de que a Varig tenha recebido um tostão sequer por essa operação. Os custos do caviar, porém, foram mensurados: 6 milhões de reais ao ano.
  • Varig Engenharia e Manutenção. Os hangares da VEM estão localizados na cidade do Rio de Janeiro, o maior da América Latina (assim como maior vão livre coberto da América Latina) e em Porto Alegre. Está entre os cinco maiores do mundo e é capaz de abrigar até três Boeing 747 simultaneamente. A manutenção da VEM é reconhecida internacionalmente pelo seu alto padrão técnico e assim presta serviços para diversas outras empresas nacionais e internacionais como Gol, Aerolineas Argentinas, Lufthansa, Thai, TAAG, TAM, forças aéreas de diversos países bem como empresas aéreas da Europa e América do Norte e aeronaves executivas.
  • A VARIG (VRG Linhas Aéreas S.A.) é a terceira maior companhia aérea no Brasil após a TAM Linhas Aéreas S.A. e GOL Transportes Aéreos S.A., sediada em São Paulo. Fundada por Otto Ernst Meyer, imigrante alemão, em 7 de maio de 1927, em Porto Alegre é uma das mais antigas e mais importantes companhias aéreas do mundo. Ao longo da sua história a VARIG comprou várias companhias aéreas nos anos 60, adquiriu as Redes Estaduais Aéreas Ltda. - Real Transportes Aéreos e Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul S.A. herdando assim aeronaves e rotas. No final da ditadura militar no Brasil, comprou as rotas da Panair do Brasil S.A. para a Europa, tornando-se assim a maior companhia aérea da América Latina. Na década de oitenta, criou uma subsidiária dedicada aos vôos regionais, Rio Sul Linhas Aéreas S.A. e 90, tem a compra Nordeste Linhas Aéreas S.A. Após um período de forte expansão, tanto no mercado interno brasileiro e também a nível internacional, em 1996, tornou-se parte da Star Alliance. Mais de 90 anos, a empresa iniciou uma fase dramática da sua história, devido a uma longa crise financeira e foi vendida em 2007, para sua ex-subsidiária no transporte de cargas, a VarigLog (Varig Logística S.A.) e vendida recentemente para a holding GLAI, administradora da Gol Transportes Aéreos S/A, presidida por Constantino de Oliveira Júnior.

[editar] Destinos

Ver artigo principal: Destinos da Varig
Rosa-dos-Ventos da Varig
Rosa-dos-Ventos da Varig

Cidades servidas pela VARIG:

Desde Novembro de 2008, a Varig está operando somente para os destinos que oferecem a "Classe Comfort".

[editar] A volta dos voos nacionais (Junho 2009)

[editar] Acidentes e incidentes

A Varig já teve quatro acidentes:

  • 30 de Janeiro de 1979, Boeing 707-323 Cargo prefixo PP-VLU: Sob o comando do mesmo comandante do voo 820 de Paris (um dos poucos sobreviventes), o avião desapareceu sobre o oceano cerca de trinta minutos após a decolagem em Tóquio. Nenhum sinal da queda (destroços ou corpos) jamais foi encontrado. O vôo de carga transportava, entre outros itens, 153 quadros do pintor Manabu Mabe, que voltavam de uma exposição no Japão. As pinturas foram avaliadas na época em mais de US$ 1,24 milhão. É conhecido por ser o maior mistério da história da aviação até os dias de hoje;
  • 2 de janeiro de 1987, o vôo 797 entre Abidjan e o Rio de Janeiro operado pelo Boeing 707 cai quando tentava regressar ao Aeroporto africano com problemas em um dos motores. Dos 51 ocupantes somente 1 sobreviveu.
  • 3 de setembro de 1989, vôo 254 próximo a São José do Xingu, Brasil: erro de navegação do comandante Garcez e do co-piloto Zille fez com que o avião, um Boeing 737-200, vagasse sobre a Amazônia até que o combustível terminasse, obrigando-os a um pouso forçado noturno na selva. Doze dos 48 passageiros morreram no acidente. Os sobreviventes foram forçados a buscar ajuda antes de serem descobertos dois dias depois;

[editar] Frota

VRG Linhas Aéreas
QuantidadeXAeronave Situação
4xBoeing 737-300 Operando para Gol
10xBoeing 737-700 Operando para Gol
3xBoeing 737-800 Operando para Gol
7xBoeing 737-800 Operando para Varig
Total de aeronaves 24


[editar] Aeronaves utilizadas pela VARIG em sua história (1927-2008)

[editar] Ver também

[editar] Referências

[editar] Ligações externas

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