Magnitude sísmica
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A magnitude sísmica consiste na avaliação da quantidade de energia liberada no hipocentro durante um sismo. A magnitude de um sismo pode ser quantificada usando a escala de Richter e está relacionada com a energia liberada durante o sismo, sendo expressa pela fórmula matemática estabelecida em 1935 por Beno Gutenberg e Charles Francis Richter:
log E = 11,8 + 1,5M
em que E é a energia liberada (em ergs) e M a magnitude do terremoto. [1]
O incremento de uma unidade nesta escala corresponde a um aumento de dez vezes na amplitude da onda sísmica e de cerca de 32 vezes na energia libertada durante o sismo.
Existem diferentes maneiras e métodos de determinar magnitudes dos terremotos mas todas elas podem ser relacionadas entre si. Atualmente, a tendência é utilizar a magnitude baseada no momento sísmico, que representa uma medida com significado físico. [1] [2] É, portanto, uma medida mais consistente do tamanho de um terremoto. Deu lugar à definição de uma nova escala baseada no momento sísmico (Kanamori, 1977), denominada escala de magnitude de momento (Moment magnitude scale) ou MMS, que substituiu a escala Richter. [3]
O momento sísmico pode ser relacionado com os parâmetros da falha, através da relação de Aki (1966),
Falhou ao verificar gramática (Executável texvc não encontrado; Consulte math/README para instruções da configuração.): \mathbf{Mo}={\mu}S\mathbf{D}
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onde μ é o módulo de rigidez, S é a área da falha e D é o deslocamento médio sobre o plano da falha.
[editar] Referências
[editar] Ligações externas
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